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NAISHA CARDOSO

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NAISHA CARDOSO

A joalheira nasceu e cresceu em Belém do Pará, e é fortemente marcada pela identidade cultural da região Norte do Brasil. Falar dessa parte do país ainda muito pouco conhecida na essência é a principal diretriz da marca. Não através de uma representação folclórica e clichê da Amazônia, mas partindo de um ponto de vista local, de alguém que é nascido e vive na região e vive sua contemporaneidade.

Sua formação é em parte autodidata, com o início da marca em 2004, onde passou por um período de muitas experimentações e linguagens até escolher o caminho da joalheria clássica, que tem início em 2011 com mestres experientes de quem foi e é aprendiz. Se dedica à ourivesaria de bancada e as joias são criadas com técnicas tradicionais envolvendo forja tradicional. mas utiliza materiais nada convencionais em sua expressão artística. Se utiliza da joalheria contemporânea como a transgressão da tradição. Metais nobres são associados ao apelo visual das cores profundas do vidro de murano, pedras brasileiras brutas e lapidadas, além de materiais orgânicos e inusitados, como a raiz de patchouli in natura e as cápsulas contendo as “Cores do Cheiro” (coleção Raízes, 2017) banco de cores extraídas das ervas do mercado do Ver o Peso, em sua cidade natal, como os verdes: manjericão, alecrim, bergamota, treva-do-mar; marrons: pripioca e cascas de árvore e amarelos: patchouli e sândalo. 


"A prerrogativa da joalheria contemporânea é por excelência enaltecer o material como um protagonista e questionador, na medida em que substituímos o recurso da cor de uma gema por uma infusão de uma erva popular da Amazônia, por exemplo. O material, nesse caso, comunica uma mensagem.”

INSTAGRAM: @NAISHACARDOSOATELIER